De segunda a tarde e quarta a noite faço atendimento no Centro Espírita Caibar Schutel, para amenizar as dores das pessoas que lá vão.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
sábado, 25 de julho de 2009
Saúde
SHIATSU CLÁSSICO E ALFAGENIA
Novo conceito terapêutico para trabalhar o corpo e a mente simultaneamente.
Shiatsu utiliza os pontos dos meridianos para harmonizar e equilibrar as energias dos órgãos internos dando maior equilíbrio ao corpo evitando as doenças e dando bem estar.
Alfagenia técnica de parapsicologia de relaxamento diminuição da freqüência cerebral, fazendo que seu corpo fique mais sensível ao toque absorvendo melhor a aplicação do shiatsu.
Com essa técnica, previne seu corpo de somatização das tenções do dia a dia, prevenindo assim várias doenças psicossomáticas.
O STRESS é o maior vilão das doenças.
Novo conceito terapêutico para trabalhar o corpo e a mente simultaneamente.
Shiatsu utiliza os pontos dos meridianos para harmonizar e equilibrar as energias dos órgãos internos dando maior equilíbrio ao corpo evitando as doenças e dando bem estar.
Alfagenia técnica de parapsicologia de relaxamento diminuição da freqüência cerebral, fazendo que seu corpo fique mais sensível ao toque absorvendo melhor a aplicação do shiatsu.
Com essa técnica, previne seu corpo de somatização das tenções do dia a dia, prevenindo assim várias doenças psicossomáticas.
O STRESS é o maior vilão das doenças.
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Stress.
Porque esperar a doença aparecer?
Não existe doença, e sim doente, ficamos doentes e a causa principal chama-se stress, por que não previnir, como?
Equilibrando suas energias, através do shiatsu clássico, uma terapia preventiva que elimina o stress diário, dando um bem estar incomparável. Não deixando somatizar as tensões causando as doensas da vida moderna.
Uma seção por mes já é suficiente para aliviar as tensões, é muito pouco o investimento para adquirir boa saúde, sem a intoxicação que os medicamentos proporcional no organismo, aquelas dores de cabeça, nas costas, nos membros e muitas dores mais são causadas pelas tensões e o stress.
Não existe doença, e sim doente, ficamos doentes e a causa principal chama-se stress, por que não previnir, como?
Equilibrando suas energias, através do shiatsu clássico, uma terapia preventiva que elimina o stress diário, dando um bem estar incomparável. Não deixando somatizar as tensões causando as doensas da vida moderna.
Uma seção por mes já é suficiente para aliviar as tensões, é muito pouco o investimento para adquirir boa saúde, sem a intoxicação que os medicamentos proporcional no organismo, aquelas dores de cabeça, nas costas, nos membros e muitas dores mais são causadas pelas tensões e o stress.
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Quem eu sou? E o que faço?
Carta de Apresentação
Sou aposentado do INSS por tempo de contribuição, por isso preciso continuar trabalhando, estou em perfeitas condições para executar qualquer trabalho a mim designado.
Não bebo bebida alcoólica, não fumo sou um atleta em potencial gozando de excelente saúde, exames feitos em 01/2008.
Área de Atuação
Terapeuta Shiatsuterapeuta
Eletrotécnico
Técnico em mecânica
Principais Realizações Profissionais:
Eletrotécnico: instalações elétricas residências, projetos elétricos concertos de equipamentos eletro eletrônicos, eletrodomésticos, etc.
Massoterapeuta esportivo trabalho escutado no Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia 04/2005.
Terapeuta: trabalho em clínica de medicina alternativa, massoterapia, experiência em SPA.
Técnico em mecânica técnico de peças automobilísticas e serviços, mecânico, 27 anos de trabalho na Mercedes Benz, de 1981 à 2007.
Palestrante Palestra no Clube da GM em Indaiatuba em 03/04/2005:
Palestra sobre relaxamento e seus benefícios para estudantes da FATEC em Indaiatuba. Palestra no Bosque dos Jequitibás em Campinas 13/03/2008. Tema: O poder do movimento em nosso corpo e mente. Tempo de duração: 8:30 ás 10:00 horas.
Palestra: "Bem-estar com automassagem Local: Centro de Educação Ambiental - Museu de História Natural Bosque dos JequitibásData: 15/05/2008 - quinta-feira. Horário: das 8h30 às 10h00.Curso de shiatsu ministrado em 64 horas no Centro Espírita Irmã Nina em Indaiatuba, para 16 atendentes do centro.
Paletras sobre vários temas atividade física, ler, relaxamento (técnicas parapsicológicas), medicina oriental (shiatsu, do-in, moxa, etc...) e alongamentos.
Coordenador de grupo de estudo de parapsicologia SEPACAM.
Resumo das Características – Perfil Pessoal/ Profissional:
Sou extrovertido, devido as minhas experiências profissionais e atividades, ao longo de 20 anos atendendo pessoas de todos os níveis.
Terapeuta do SPA Maria Bonita, desenvolvimento na área de relaxamento aliado com energização dos pontos dos meridianos utilizando o shiatsu clássico com toque sutil, trabalhando no corpo e mente simultaneamente, para trabalhar pessoas estressadas e mudar comportamento alimentar e condicionamento físico para perda de peso e reeducação alimentar, utilizando a técnica de alfagenia (trabalho no inconsciente), técnica de parapsicologia com mais de 20 anos de experiência na área.
As mudanças começam na mente, seu corpo reage como age a sua mente.
Atendimento a todos os hospedes nos casos de dores de cabeça, enjôos, dores ciáticas, problemas musculares em geral, aplicação de do-in e alongamentos.
Sou aposentado do INSS por tempo de contribuição, por isso preciso continuar trabalhando, estou em perfeitas condições para executar qualquer trabalho a mim designado.
Não bebo bebida alcoólica, não fumo sou um atleta em potencial gozando de excelente saúde, exames feitos em 01/2008.
Área de Atuação
Terapeuta Shiatsuterapeuta
Eletrotécnico
Técnico em mecânica
Principais Realizações Profissionais:
Eletrotécnico: instalações elétricas residências, projetos elétricos concertos de equipamentos eletro eletrônicos, eletrodomésticos, etc.
Massoterapeuta esportivo trabalho escutado no Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia 04/2005.
Terapeuta: trabalho em clínica de medicina alternativa, massoterapia, experiência em SPA.
Técnico em mecânica técnico de peças automobilísticas e serviços, mecânico, 27 anos de trabalho na Mercedes Benz, de 1981 à 2007.
Palestrante Palestra no Clube da GM em Indaiatuba em 03/04/2005:
Palestra sobre relaxamento e seus benefícios para estudantes da FATEC em Indaiatuba. Palestra no Bosque dos Jequitibás em Campinas 13/03/2008. Tema: O poder do movimento em nosso corpo e mente. Tempo de duração: 8:30 ás 10:00 horas.
Palestra: "Bem-estar com automassagem Local: Centro de Educação Ambiental - Museu de História Natural Bosque dos JequitibásData: 15/05/2008 - quinta-feira. Horário: das 8h30 às 10h00.Curso de shiatsu ministrado em 64 horas no Centro Espírita Irmã Nina em Indaiatuba, para 16 atendentes do centro.
Paletras sobre vários temas atividade física, ler, relaxamento (técnicas parapsicológicas), medicina oriental (shiatsu, do-in, moxa, etc...) e alongamentos.
Coordenador de grupo de estudo de parapsicologia SEPACAM.
Resumo das Características – Perfil Pessoal/ Profissional:
Sou extrovertido, devido as minhas experiências profissionais e atividades, ao longo de 20 anos atendendo pessoas de todos os níveis.
Terapeuta do SPA Maria Bonita, desenvolvimento na área de relaxamento aliado com energização dos pontos dos meridianos utilizando o shiatsu clássico com toque sutil, trabalhando no corpo e mente simultaneamente, para trabalhar pessoas estressadas e mudar comportamento alimentar e condicionamento físico para perda de peso e reeducação alimentar, utilizando a técnica de alfagenia (trabalho no inconsciente), técnica de parapsicologia com mais de 20 anos de experiência na área.
As mudanças começam na mente, seu corpo reage como age a sua mente.
Atendimento a todos os hospedes nos casos de dores de cabeça, enjôos, dores ciáticas, problemas musculares em geral, aplicação de do-in e alongamentos.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Constelação Familiar

Uma vez por mes fazemos uma reunião de amigos na Casa Anjo Azul da nossa amiga Flávia, onde ajudamos uns aos outros. Esse trabalho faz com que através de uma representação teatral, vivenciamos o que nos incomoda inconcientemente e que nos faz muito mal. Com este trabalho colocamos para fora nossas mágoas, rancores que bloqueia nossa enegia vital a circular adequadamente para nutrir nossas celulas, nos causando mal estar.
Estes Anjos que trabalharam 28/06/2009
segunda-feira, 25 de maio de 2009
domingo, 26 de abril de 2009
Terapeuta
"O papel do Terapeuta é servir de ponte entre seu Eu Interior e a Presença do Deus do seu coração, estando assim apto para reconduzir as pessoas ao equilíbrio no sentido de reencontrarem o caminho de volta ao Lar, orientado-as para enfrentar a vida e suas pressões."
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Caminhar
100 Motivos para você caminhar.
1- Aumenta a liberação de endorfinas, ajudando no combate do stress, ansiedade e depressão. 2- Tonifica a musculatura das pernas, coxas e glúteos 3- Possui um gasto médio de 200-300 kcal/hora 4- Na subida o gasto calórico pode aumentar para até 450 kcal/hora 5- Melhora a circulação sanguínea 6- Auxilia na prevenção de varizes7- Auxilia no controle da pressão arterial 8- Auxilia no controle do colesterol, aumentando o HDL (bom colesterol) e diminuindo o LDL ( mau colesterol) 9- Aumenta a massa muscular 10- Melhora a atividade do sistema imunológico 11- Ajuda a prevenir a osteoporose, através da compressão imposta aos ossos pelo impacto da caminhada12- Aumenta o metabolismo de repouso, aumentando assim o gasto calórico diário 13- Aumenta a capacidade dos pulmões absorverem o oxigênio 14- Auxilia no combate a diversos tipos de câncer 15- Alivia os sintomas da TPM 16- A caminhada durante a gestação pode facilitar o parto, por manter a musculatura firme 17- Acelera a recuperação pós-parto 18- Acelera a recuperação de cirurgias 19- Aumenta a força dos membros inferiores 20- Melhora flexibilidade 21- Acelera a atividade do sistema nervoso, auxiliando na condução de impulsos 22- Auxilia no controle postural, pois exige sustentação do tronco23- Diminui riscos de derrame cerebral24- Auxilia no controle e prevenção da diabetes 25- Ajuda a prevenir a obesidade 26- Auxilia no combate ao tabagismo 27- Melhora a auto estima
function mudaPagina(vl){document.location.href = document.location.href.replace(/&pagina=(.+)&/gim, '') + '&Pagina=' + vl + '&';}
28- Combate a insônia 29- Praticamente sem contra indicações 30- Você fica mais disciplinado, pois caminhando para o trabalho, há horário a cumprir e com isso impõe um ritmo a seu organismo 31- Tem baixo custo. Basta apenas um calçado confortável com amortecedor 32- Aumenta o contato com o meio ambiente, ficando livre do ar condicionado do carro e do escritório 33- Auxilia na absorção de vitamina D, se realizada durante o dia devido à irradiação solar 34- Sem pegar o carro, você colabora com o trânsito 35- Colabora com o controle da emissão de gases que provocam o aquecimento global 36- Você fica livre dos congestionamentos e do stress que os engarrafamentos provocam aos motoristas 37- Deixando o carro na garagem, você gasta menos dinheiro com combustível 38- Você economiza com o altíssimo valor cobrado pelos estacionamentos 39- Pode fazer suas comprar durante a caminhada de ida e volta ao trabalho, evitando a perda de tempo em se deslocar somente para isso 40- Caminhar nas ruas permite observar melhor a arquitetura dos prédios e descobrir lugares nunca antes observados 41- Caminhar nos parques permite observar a natureza 42- Aumenta a percepção de umidade e temperatura43- Caminhar em contato com a natureza pode reduzir ainda mais a ansiedade, pois a cor verde traz tranqüilidade 44- Podemos observar as nuvens no céu, o que dificilmente pode ser feito dentro de um carro45- Podemos ver o nascer do sol enquanto caminha em direção ao trabalho 46- Podemos desenvolver a audição prestando atenção nos sons dos carros que se aproximam 47- Em um parque, podemos ouvir o cantar dos pássaros 48- Podemos ver o pôr do sol enquanto voltamos do trabalho 49- Enquanto caminhamos, podemos conversar com os amigos 50- Caminhando diariamente, você fica em forma e pode até economizar com a academia 51- Você ganha uma maior resistência aeróbica 52- Auxilia na tonificação da musculatura dos membros inferiores;53- Aumenta o seu gasto calórico 54- Fortalece os tendões 55- O impacto da caminhada rápida ajuda na calcificação dos ossos, retardando ou evitando a osteoporose, problema que afeta principalmente mulheres 56- Ajuda a controlar a ansiedade
57- Combate a depressão 58- Controla a pressão arterial 59- Contribui para a diminuição dos valores da freqüência cardíaca de repouso (basal) 60- Estimula a socialização 61- Trabalha o equilíbrio do corpo 62- Fortalece as articulações 63- Reduz risco de arteriosclerose 64- Reduz o risco de AVC (acidente vascular cerebral)65- Reduz risco de infarto do miocárdio66- Auxilia no controle do colesterol 67- Auxilia no controle do diabetes 68- Aumenta a eficiência do sistema imunológico69- Age no controle do estresse70- Reduz o risco de câncer no cólon 71- Auxilia na prevenção do reumatismo72- Ajuda na melhora da disposição para o dia-a-dia 73- Combate sentimentos de inadequação 74- Melhora a auto-estima75- Ajuda no controle da obesidade 76- Diminui o risco de lesão devido ao baixo impacto (comprando à corrida) 77- Auxilia no ganho da massa óssea 78- Diminui o risco de varizes 79- Diminui o risco de lombalgia 80- Contribui para o aumento da flexibilidade81- Aumenta a resistência anaeróbica 82- Ajuda a corrigir vícios posturais83- Melhora a estabilidade articular 84- Contribui para a melhora de problemas de circulação85- Considerada a prática mais segura de exercícios aeróbicos do ponto de vista ortopédico e cardiovascular 86- Ajuda a fortalecer braços e troncos (se houver boa utilização dos braços, no movimento da caminhada) 87- Ajuda na oxigenação cerebral, auxiliando na circulação do sangue pelo corpo 88- Traz a sensação de bem-estar 89- Auxilia no aumento da força 90- Reduz o risco de câncer de mama 91- Ajuda a combater a insônia92- Aumenta a produção endorfina 93- Auxilia no combate à asma 94- Auxilia no trabalho digestivo 95- Melhora o metabolismo energético 96- Combate os radicais livres 97- Melhora a qualidade do sono 98- Retarda o envelhecimento 99- Contribui para a diminuição do risco do diabetes tipo 2100- Diminui os triglicérides.
Calorias queimadas:
Fórmula utilizada: Calorias = Quilômetros x Quilogramas x 1.036
1- Aumenta a liberação de endorfinas, ajudando no combate do stress, ansiedade e depressão. 2- Tonifica a musculatura das pernas, coxas e glúteos 3- Possui um gasto médio de 200-300 kcal/hora 4- Na subida o gasto calórico pode aumentar para até 450 kcal/hora 5- Melhora a circulação sanguínea 6- Auxilia na prevenção de varizes7- Auxilia no controle da pressão arterial 8- Auxilia no controle do colesterol, aumentando o HDL (bom colesterol) e diminuindo o LDL ( mau colesterol) 9- Aumenta a massa muscular 10- Melhora a atividade do sistema imunológico 11- Ajuda a prevenir a osteoporose, através da compressão imposta aos ossos pelo impacto da caminhada12- Aumenta o metabolismo de repouso, aumentando assim o gasto calórico diário 13- Aumenta a capacidade dos pulmões absorverem o oxigênio 14- Auxilia no combate a diversos tipos de câncer 15- Alivia os sintomas da TPM 16- A caminhada durante a gestação pode facilitar o parto, por manter a musculatura firme 17- Acelera a recuperação pós-parto 18- Acelera a recuperação de cirurgias 19- Aumenta a força dos membros inferiores 20- Melhora flexibilidade 21- Acelera a atividade do sistema nervoso, auxiliando na condução de impulsos 22- Auxilia no controle postural, pois exige sustentação do tronco23- Diminui riscos de derrame cerebral24- Auxilia no controle e prevenção da diabetes 25- Ajuda a prevenir a obesidade 26- Auxilia no combate ao tabagismo 27- Melhora a auto estima
function mudaPagina(vl){document.location.href = document.location.href.replace(/&pagina=(.+)&/gim, '') + '&Pagina=' + vl + '&';}
28- Combate a insônia 29- Praticamente sem contra indicações 30- Você fica mais disciplinado, pois caminhando para o trabalho, há horário a cumprir e com isso impõe um ritmo a seu organismo 31- Tem baixo custo. Basta apenas um calçado confortável com amortecedor 32- Aumenta o contato com o meio ambiente, ficando livre do ar condicionado do carro e do escritório 33- Auxilia na absorção de vitamina D, se realizada durante o dia devido à irradiação solar 34- Sem pegar o carro, você colabora com o trânsito 35- Colabora com o controle da emissão de gases que provocam o aquecimento global 36- Você fica livre dos congestionamentos e do stress que os engarrafamentos provocam aos motoristas 37- Deixando o carro na garagem, você gasta menos dinheiro com combustível 38- Você economiza com o altíssimo valor cobrado pelos estacionamentos 39- Pode fazer suas comprar durante a caminhada de ida e volta ao trabalho, evitando a perda de tempo em se deslocar somente para isso 40- Caminhar nas ruas permite observar melhor a arquitetura dos prédios e descobrir lugares nunca antes observados 41- Caminhar nos parques permite observar a natureza 42- Aumenta a percepção de umidade e temperatura43- Caminhar em contato com a natureza pode reduzir ainda mais a ansiedade, pois a cor verde traz tranqüilidade 44- Podemos observar as nuvens no céu, o que dificilmente pode ser feito dentro de um carro45- Podemos ver o nascer do sol enquanto caminha em direção ao trabalho 46- Podemos desenvolver a audição prestando atenção nos sons dos carros que se aproximam 47- Em um parque, podemos ouvir o cantar dos pássaros 48- Podemos ver o pôr do sol enquanto voltamos do trabalho 49- Enquanto caminhamos, podemos conversar com os amigos 50- Caminhando diariamente, você fica em forma e pode até economizar com a academia 51- Você ganha uma maior resistência aeróbica 52- Auxilia na tonificação da musculatura dos membros inferiores;53- Aumenta o seu gasto calórico 54- Fortalece os tendões 55- O impacto da caminhada rápida ajuda na calcificação dos ossos, retardando ou evitando a osteoporose, problema que afeta principalmente mulheres 56- Ajuda a controlar a ansiedade
57- Combate a depressão 58- Controla a pressão arterial 59- Contribui para a diminuição dos valores da freqüência cardíaca de repouso (basal) 60- Estimula a socialização 61- Trabalha o equilíbrio do corpo 62- Fortalece as articulações 63- Reduz risco de arteriosclerose 64- Reduz o risco de AVC (acidente vascular cerebral)65- Reduz risco de infarto do miocárdio66- Auxilia no controle do colesterol 67- Auxilia no controle do diabetes 68- Aumenta a eficiência do sistema imunológico69- Age no controle do estresse70- Reduz o risco de câncer no cólon 71- Auxilia na prevenção do reumatismo72- Ajuda na melhora da disposição para o dia-a-dia 73- Combate sentimentos de inadequação 74- Melhora a auto-estima75- Ajuda no controle da obesidade 76- Diminui o risco de lesão devido ao baixo impacto (comprando à corrida) 77- Auxilia no ganho da massa óssea 78- Diminui o risco de varizes 79- Diminui o risco de lombalgia 80- Contribui para o aumento da flexibilidade81- Aumenta a resistência anaeróbica 82- Ajuda a corrigir vícios posturais83- Melhora a estabilidade articular 84- Contribui para a melhora de problemas de circulação85- Considerada a prática mais segura de exercícios aeróbicos do ponto de vista ortopédico e cardiovascular 86- Ajuda a fortalecer braços e troncos (se houver boa utilização dos braços, no movimento da caminhada) 87- Ajuda na oxigenação cerebral, auxiliando na circulação do sangue pelo corpo 88- Traz a sensação de bem-estar 89- Auxilia no aumento da força 90- Reduz o risco de câncer de mama 91- Ajuda a combater a insônia92- Aumenta a produção endorfina 93- Auxilia no combate à asma 94- Auxilia no trabalho digestivo 95- Melhora o metabolismo energético 96- Combate os radicais livres 97- Melhora a qualidade do sono 98- Retarda o envelhecimento 99- Contribui para a diminuição do risco do diabetes tipo 2100- Diminui os triglicérides.
Calorias queimadas:
Fórmula utilizada: Calorias = Quilômetros x Quilogramas x 1.036
Trabalho
Shiatsu Clássico tradicional terapia japonesa através dos meridianos com toques sutis para harmonizações das energias dos órgãos internos e relaxamento para equilíbrio da mente e corpo, utilizando método parapsicológico de alfagenia, técnica de mudança na freqüência cerebral.
Com mais de 20 anos de experiência, no tratamento de pessoas com estresse, síndrome do pânico e doenças psicossomáticas (causadas pelos traumas do inconsciente).
Membro da Sociedade de Estudos Parapsicológicos de Campinas SEPACAM.
Tratamento de dores em geral.
Cabeça, utilizando a técnica de pontos do Do-In pontos localizados na cabeça.
Ciática (dor de coluna) usando a técnica de alongamento sem dor, colocando a musculatura no seu devido lugar com o peso do próprio corpo eliminado as dores dos membros inferiores e superiores.
Reequilibre as suas energias, eliminado os incômodos do dia a dia que o estresse lhe causa, e tenha uma ótima noite de sono para a recuperação da saúde.
Atendimento com hora marcada ou a domicílio facilitando a vida das pessoas.
Pacotes especiais para condomínios.
Com mais de 20 anos de experiência, no tratamento de pessoas com estresse, síndrome do pânico e doenças psicossomáticas (causadas pelos traumas do inconsciente).
Membro da Sociedade de Estudos Parapsicológicos de Campinas SEPACAM.
Tratamento de dores em geral.
Cabeça, utilizando a técnica de pontos do Do-In pontos localizados na cabeça.
Ciática (dor de coluna) usando a técnica de alongamento sem dor, colocando a musculatura no seu devido lugar com o peso do próprio corpo eliminado as dores dos membros inferiores e superiores.
Reequilibre as suas energias, eliminado os incômodos do dia a dia que o estresse lhe causa, e tenha uma ótima noite de sono para a recuperação da saúde.
Atendimento com hora marcada ou a domicílio facilitando a vida das pessoas.
Pacotes especiais para condomínios.
domingo, 12 de abril de 2009
A Energia.
O Shiatsu é a terapia mais completa dentro da medicina oriental, pois ela trabalha o corpo holograficamente como um todo, utilizando os 14 meridianos, que são os canais de energia que alimentam todo o nosso sistema corporal, com esse equilíbrio energético o corpo não adoece, os órgãos estão trabalhando com a sua capacidade de energia dentro das horas determinadas pelo horário biológico, isso faz com que um órgão não roube energia de outro, e o mais importante é o equilíbrio emocional proporcionado pela seção de terapia.
terça-feira, 7 de abril de 2009
Acredite em você!
Acredite em você
Não importa o que é o mundo.
O importante são seus sonhos...
Não importa o que você é.
O importante é o que você quer ser...
Não importa onde você está.
Importa é para onde você quer ir...
Não importa o porque.
O importante é o querer...
Não importa suas mágoas.
O importante mesmo são suas alegrias...
Não importa o que já passou.
O passado? Guarde na sua lembrança...
Nunca pense em julgar...
Não veja. Apenas olhe...
Não escute. Apenas ouça...
Não toque. Sinta...
Acredite naquilo que quiser...
Não adianta sonhar se você não lutar...
O mundo é um espelho.
Não seja apenas um reflexo...
Só acreditando num futuro você conseguirá a paz para alcançar seus sonhos...
Afinal, o que importa?
Você importa...Acredite em você!!!
Não importa o que é o mundo.
O importante são seus sonhos...
Não importa o que você é.
O importante é o que você quer ser...
Não importa onde você está.
Importa é para onde você quer ir...
Não importa o porque.
O importante é o querer...
Não importa suas mágoas.
O importante mesmo são suas alegrias...
Não importa o que já passou.
O passado? Guarde na sua lembrança...
Nunca pense em julgar...
Não veja. Apenas olhe...
Não escute. Apenas ouça...
Não toque. Sinta...
Acredite naquilo que quiser...
Não adianta sonhar se você não lutar...
O mundo é um espelho.
Não seja apenas um reflexo...
Só acreditando num futuro você conseguirá a paz para alcançar seus sonhos...
Afinal, o que importa?
Você importa...Acredite em você!!!
sábado, 28 de março de 2009
Meridianos.
São canais de energia que percorrem nosso corpo.
Os canais estão ligados com nossos órgãos internos.
Na realidade são 59 meridianos mas trabalhamos 14.
Os canais estão ligados com nossos órgãos internos.
Na realidade são 59 meridianos mas trabalhamos 14.
Reflexologia pontos terminais.
quinta-feira, 12 de março de 2009
Para quem gosta de pescar.
A ARTE DE PESCAR
Para aprender a pescar é necessário, antes de mais nada, arranjar um belo esgotamento nervoso . Essa doença, de fato, é o motivo mais moderno e sem dúvida alguma, o mais esnobe para nos tornarmos pescadores. Claro que existem outras razões que nos induzem a declarar guerra aos peixes: Ter nascido, por exemplo, à beira do mar ou de um rio piscoso; ser filhos de pescadores profissionais; ter necessidade de agradar o chefe despótico e apaixonado por essa nobilíssima arte... Poderia prosseguir nessa investigação psicológica por mais vinte páginas, dando mil motivos pelos quais as pessoas se dedicam à pesca . Entretanto, o esgotamento nervoso é sem dúvida o principal responsável pela venda do maior volume de apetrechos para a pesca.
O médico diz: “Meu caro amigo, o senhor é substancialmente uma pessoa sadia, seu arcabouço é ainda resistente, novo, com pouca quilometragem... O que realmente não funciona como deviria é seu sistema nervoso. Seus nervos estão tensos, a corda parece esticada demais...”.
“ Que corda ?” , perguntamos, sem entender.
O médico sorri com indulgência, com um certo ar de compadecimento. E depois prossegue em tom paternal: “O senhor não gosta de se distrair? Não está interessado em alguma coisa fora de suas atividades profissionais? Por exemplo, por que não coleciona selos? Não gosta de filmar e super 8?”
Nossa resposta negativa nos faz sentir um pouco culpados, ultrapassados. Na realidade. Os selos nunca despertam nossa paixão. Alias, nunca conseguimos entender que prazer pode haver em colar selos num álbum que não será despachado pelo correio! Quanto à fotografia, temos que confessar que nunca fomos além do clássico instantâneo do grupo familiar, com todos os parentes alinhados na frente da câmara. Sorriso esticado nos lábios e pose de monumento malfeito; e, quando apertamos o botão da objetiva, todos mexem; as crianças enfiam o dedo no nariz, a esposa coça a perna direita, a sogra espicha o pescoço até desaparecer do quadro e o cachorro foge deixando na fotografia apenas um pedaço do rabo amarelo e desfocado. Cinema? Melhor não tocar no assunto! Quanto à pintura, ai está uma arte que sempre nos apaixonou e que certamente seria nosso hobby preferido se apenas soubéssemos desenhar uma arvora parecida com árvore.
“Entretanto”, diz então o médico, “O senhor é uma pessoa muito atarefada... E isso não é bom! É indispensável que saia da rotina, que faça alguma coisa nova, que experimente novos interesses... Por exemplo: por que o senhor não tenta pescar ? Experimente ...?
Experimentei. Deus se experimentei! Embora não possa considerar-me em grande teórico da pesca, a história de minha iniciação nessa arte poderá servir a quem, hoje cheio de grandes esperanças e ilusões, se preparam para fazer a sua primeira pescaria. Talvez consiga evitar os erros que eu cometi.
O equipamento
Os pescadores que realmente merecem esse nome constroem e aprontam pessoalmente todos os apetrechos necessários a uma boa pescaria. Mas nós os compramos prontos e bonitos, numa loja quase sempre caríssima. Para comprar é preciso muito critério e bom senso. Poe exemplo, um bom conselho consiste em travar amizade com o dono ou o balconista de uma loja de artigos esportivos. Assim, quando vocês se tornarem orgulhosos proprietários de uma quantidade enorme de objetos talvez bonitos, seguramente sugestivos, mas absolutamente inúteis para apanhar peixes, poderão usar a desculpa o fato de ter confiado no amigo.
Primeiro, a vara. Comecem adquirindo uma, só uma! Existem varas de tamanhos diferentes e várias medidas, mas todas, ainda que desmontadas, são infalivelmente alguns centímetros mais compridas do que o lugar reservado no carro de seu amigo ou visinho de casa.
Seria bom que os iniciantes não se aventurassem a comprar instrumentos de material delicado e de uso complicado. Melhor optar por uma vara simples, isto é, para pescar em rios onde não há peixes. Essa primeira vara deve ser – importantíssimo! – de preço baixo, pois se quebrará com extrema facilidade. Portanto, melhor reduzir os prejuízos logo de saída. De qualquer maneira, essa vara permitirá que vocês se familiarizem com os movimentos essenciais de um pescador, ainda que com ela jamais cheguem a apanhar um peixe. Mas a quem os olhar de longe, sentados com a vara na mão – amaldiçoando baixinho a pesca e o médico que os aconselhou a fazer isso – vocês poderão, inclusive. Dar a impressão de “pescadores experimentados”.
Depois, à noite, ao voltarmos para a cidade, com a vara saindo na janelinha do carro, os pés frios e molhados, uma incipiente dor de cabeça devida a mudança de clima ou de ar, nenhum peixe na sacola e sem óculos no nariz (esquecidos sobre a pedra junto à margem do rio), tentem meditar e se convencer de que, afinal, a coisa mais importante foi o tempo que conseguiram perder de maneira despreocupada. Não conseguirão, mas tentem assim mesmo!
O programa
O dia mais excitante, para quem vai pescar, é quase sempre a sexta-feira, isto é, quando a gente não vai pescar. Você não sabe como anunciar esse seu inabalável propósito a esposa, faz duas ou três tentativas, depois decide recorrer ao sistema terapêutico. Então suspira, diz que está terrivelmente nervoso, cansado, que está sentindo uma necessidade tremenda de fugir da cidade, que precisa de um dia de tranqüilidade e repouso... E depois aguarda esperançoso que sua esposa responda: “Coitado, por que não vai pescar amanhã?” . Ai, antecipando esse diálogo mefistofelicamente engendrado, você responderá: “E você? Não quero que fique sozinha!”. Ela, porem, insistirá: “Não se preocupe, querido! Irei visitar a mamãe, já prometi”...” Relutante, quase contragosto, você então aceitará: “ Está bem, preciso ir... Você mesma pode ver em que estado me encontro! “Mas não gosto de deixá-la sozinha...”.
Teoricamente, tudo está perfeito! Então experimente! Depois da encenação de cansaço, de dois ou três suspiros profundos e bem dados, de passar a mão na testa apertando as têmporas como se estivessem martelando de maneira insuportável, enfim depois disso tudo, você ouvirá como resposta: “Se amanhã pretender ir pescar, tire isso da cabeça. Fomos convidados para almoçar na casa da mamãe”. Então, ou você concorda mansamente ou parte para briga. Um bom pescador. Ou alguém que pretende sê-lo, briga. É fatal. Isso explica porque, quase sempre, o pescador que acabou não pescando coisa alguma volta para casa com 2 ou 3 quilos de peixe comprados às escondidas numa peixaria que – graças a Deus! – ficam abertos também sábados à noite.
A arte do “lançamento
Agora vamos falar da compra de uma vara mais complicada, chamada “vara de lançamento” ou coisa parecida. Essa vara igualmente terá que ser barata, pois também essa se quebrará num amém. Com ela nunca apanharão um peixe, mas será útil para aprender a técnica desse bendito “lançamento”, uma coisa extraordinária, incrível e muito bonita quando é feita por outros. Você olha para outro pescador a seu lado: a linha está elegantemente pendurada na vara, dócil e mansa; então o homem faz um movimento simples e o anzol descreve uma parábola perfeita, caindo exatamente no ponto desejado. “Fácil!” , você pensa. E com perfeita inconsciência prepara-se para tentar.
Eu experimentei várias vezes, quatro para ser preciso. A primeira vez dobrei o joelho esquerdo ligeiramente, desloquei para frente o pé direito. Fiz uma belíssima torção à esquerda e depois não sei mais o que fiz, pois o anzol, coma respectiva isca, enfiou-se maldosamente em meu cabelo. Na segunda vez fiz exatamente ao contrário: dobrei ligeiramente o joelho direito, coloquei para frente o pé esquerdo, com a mão desenrosquei o anzol, dei um arranco com força e logo em seguida comecei a pular num pé só – xingando os rios, o mar, a água em geral todos os peixes do mundo – com o anzol bem fincado na barriga de minha perna direita. Na terceira vez nada aconteceu, pois o anzol caiu mansamente aos meus pés.E depois da quarta tentativa desisti definitivamente, pois nunca mais encontrei o anzol, a isca e quase 2 metros de linha. Desde então eu evito cuidadosamente novas experiências.
O anzol e a isca
Seja qual for o tipo de pesca que você pratica, seja qual for o tipo de isca que você oferece a fome dos peixes, a arma mortal é aquele gancho de aço ou de bronze chamado anzol. Existem anzóis de forma e de tamanho diferentes, mas todos os modelos, sem exceção, conseguem furar perfeitamente seus dedos, suas pernas e outras coisas que não vale a pena citar. O anzol tradicional tem um lado que termina de forma achatada, com um furo onde se amarra a linha; e outro lado se acaba numa ponta fininha e mortal, com a qual os outros costumam apanhar os peixes. A nós, isso nunca acontece.
De qualquer maneira, só o anzol não é suficiente para pescar. Os peixes, segundo consta em muitos livros, são míopes, mas enxergam o suficiente para saber que um anzol é um anzol, isto é, algo que é preciso evitar. Então? Então camufla-se o anzol para que o peixes e sinta estimulado a agredi-lo. A camuflagem chama-se isca.
Os peixes, como todas as criaturas deste belo mundo, têm o hábito e a necessidade de comer. Proporcionalmente, aliás, comem muito mais do que o homem e até muito mais do que um elefante. Dizem que eles estão sempre comendo, que comem até estourar. Muito bem, para atraí-los até o anzol, nada melhor do que oferecer as suas bocas famintas algo para comer, isto é, a isca. Existem iscas naturais e iscas artificiais. Tanto umas quanto as outras nunca deram certo para mim. O terceiro tipo de isca – aquele com o qual se apanham peixes – ainda não foi inventado.
A melhor isca natural, ao que parece, são as minhocas, aqueles bichinhos que costumamos encontrar com extrema facilidade mexendo na terra de nosso minúsculo jardim quando não vamos pescar. Ora, a minhoca parece possuir um sexto sentido, se é que já tem os outros cinco! Ela “sabe” com antecipação infalível quando você vai pescar; e se comporta de maneira adequada. Desaparece. De nada adianta munir-se de pá e latinha e cavocar todo jardim. Jamais conseguirá encontrar uma, nem de amostra! A única coisa que conseguirá será acabar definitivamente com a grama já raquítica de seu jardim, sujar as unhas e arranhar os dedos.
Os veteranos da pesca dizem: “Tratem logo de apanhar um peixe, abram sua barriga com a faca, vejam que ele comeu, utilizem como isca algo parecido e estejam certos de que irão conseguir encher o cesto de peixe” . Parece um belo sábio conselho, não fosse tão difícil apanhar esse primeiro peixe e depois encontrar seu estômago. Certa vez quis praticar com um peixe comprado, abri-lhe a barriga com a faca, porém não consegui encontrar seu estômago. Se ele tinha estômago, devo tê-lo confundido com outras coisas.
Outras iscas naturais são ovas de salmão (caríssimas), certas ervas que desconhecemos, miúdos de frango, frutas, milho e tudo o que lhe passa pela cabeça. Basta armar-se de esperança antes e de resignação depois.
O pescador, todavia, chega à sofisticação quando abandona as iscas naturais e só pratica a “pesca esportiva” , isto é, com iscas artificiais. Esse tipo de isca, teoricamente, pode ser fabricado pelo próprio pescador. Os outros costumam fazer isso; nós, como sempre, compramos tudo o que é preciso nas lojas. Para comprar boas iscas artificiais, porém, comecem deixando de lado tudo o que parece bonito e agradável, pois ninguém provou, até agora, que o gosto estético dos homens coincide com os instintos dos peixes. Quando mais uma isca artificial for enfeitada, lustrada, quanto mais artística parecer, mais ela se assemelhará a um bibelô - convenhamos! – nunca ninguém pensou em usa-los como isca de peixe.
Onde, quando e como
Os locais apropriados, aqueles onde é possível apanhar dezenas de peixes, são extremamente secretos. Os outros os conhecem todos, nós não. Nós tentamos descobrir um lugarzinho bacana, na beira de um rio doce e tranqüilo, onde crescem árvores magníficas, com bastante sombra, com pedras deliciosamente espalhadas ao redor pela mão de Deus.Um lugar muito romântico e cômodo. Um lugar que, com certeza, deve agradar também aos peixes. Ledo engano! Os peixes abominam esse lugar. Eles o evitam acintosamente, passam longe, riem dele e dos pescadores que refletem sua imagem na água.
Os bons lugares para pescar – como já disse – são conhecidíssimos por nossos amigos. Eu tenho um caro colega. Artur, que certa vez me garantiu conhecer uma paraíso dos pescadores. Um trecho de rio ameno e agradável, onde os peixes brigavam para abocanhar a isca e o anzol. Combinamos um dia de pescaria, marcando o início da viagem bem de madrugada. Às 6 horas em ponto do dia fatídico levantei e comecei a preparar meus apetrechos. Às 7 horas tudo estava pronto: a vara sobrava, como sempre, da janelinha do carro; mas o resto estava em ordem, bem arrumadinho e limpo. Artur chegou as 9 horas. Quando viu a vara fora da janela, sorriu com indulgência e disse “Espere aí que vou arruma-la para você”. Então entrou no carro pela porta direita, saiu pela esquerda, voltou a entrar, ajoelhou-se no assento dianteiro, apoiou-se com o peito ao encosto, dobrou-se, ficou de pernas para o ar uns vinte segundos, quebrou com uma solada o botão do rádio do carro, e depois soltou um gritinho e reapareceu pela porta de trás com o rosto vermelho e o polegar direito na boca. “Machuquei o dedo “, lamuriou-se. Chupou o polegar mais um pouco, bateu a porta do carro com raiva e depois concluiu: “Vamos deixar a vara como está”. Para coloca-la no lugar certo deveríamos remexer em tudo! ...”. Partimos muito depois da 10 horas; e minha vara continuava a tremer fora da janela do carro”.
Viajamos quase duas horas.
É um fato, incontrovertido e facilmente testemunhável, que todos os locais bons para pescar são sempre inacessíveis.
Assim esfolamos o carro, esfolamos as mãos e os joelhos para ganhar uma rocha escorregadia e áspera e ficamos de cócoras sobre uma pedra de 20 cm de largura por mais de duas horas e não apanhamos um peixe sequer. “Culpa do tempo”, disse o meu amigo. “Quando tem sol demais, os peixes somem”. Explicou-me que a hora melhor para pescar é o crepúsculo, logo depois do pôr do sol. Esperamos. Às 16 horas começou a chover torrencialmente. “É melhor irmos embora”, disse então. “Voltaremos outro dia”. Desde então vivo com medo de outro convite para “uma boa pescaria”, convite que ele, por sua vez, também evita cuidadosamente fazer.
A pesca em alto mar
Uma das coisas mais bonitas relaxamento para os outros, é a pesca em alto mar. Parte-se de manhã cedo. Na popa estão os mantimentos que deverão satisfazer nosso apetite, seguramente aguçado pelo ar do oceano. Contam-se histórias divertidas, no barco reina uma paz alegre e solene. Sentimo-nos bons e misericordiosos. A proa corta as ondas mansas, desliza por cima da água com ritmo de valsa, há cheiro de mar, um cheiro bom de coisas limpas de incenso, como dizemos poetas. E os peixes estão lá, prontos para se deixarem apanhar após árdua luta que valorizará os resultados. Há um mar cheio de peixes com os quais o homem – isso é, eu, você, nós – medirá sua própria força, coragem e inteligência. Oh, como é linda a pesca em alto mar contada por outros!
Eu fiquei entusiasmadíssimo quando me convidaram pela primeira vez (e última) vez para participar de tamanha aventura. Passei a noite toda sem pregar os olhos. Fechei-os exatamente ao amanhecer, quando já estava na hora de partir. A viagem foi até agradável, não fosse o sono. O carro se comportou otimamente, nenhum pneu furou, a Polícia Rodoviária foi educada e gentil quando nos multou, nenhum acidente nos impediu de chegar ao mar. Lá alugamos um barco. Era branco e vermelho; e tinha uma aparência honesta, inocente e sensata, de pessoa séria, madura, quarentona! Chamava-se Bidu, nunca esquecerei...
Os cientistas, os sábios em geral e todos aqueles que nunca foram obrigados a consultar um psiquiatra jamais incluíram os barcos entre os seres vivos. Entretanto, posso adiantar – baseado em dados indiscutíveis extraídos de minha própria experiência – que os barcos pertencem à categoria dos seres vivos; eles são animados, dotados de vida própria, pensam... E seus pensamentos são maldosos, traiçoeiros, imprevisíveis e desconcertantes. Vou contar...
Meus dois amigos pularam no barco com agilidade de atletas: um salto leve, perfeito, adequado para qualquer outro lugar, menos para um barco. Pois este, com um movimento brusco e maligno, deslocou ligeiramente. O primeiro esfolou um cotovelo, o outro torceu o tornozelo. E eu? Eu sorri. “Erraram”, pensei comigo mesmo, “mas eu não vou errar. Calma e prudência e tudo sairá de maneira perfeita.” Foi o que fiz. Esperei que o barco, ajudado por uma leve onda, se aproximasse do ancoradouro de madeira podre e escorregadia, e depois, cautelosa porém decididamente, enfiei o pé direito no barco.
Data exatamente desse preciso momento – que jamais esquecerei – meu ódio, aversão e antipatia irremediável em relação a todos os tipos de barco deste mundo. Pois o Bidu calculou o tempo com precisão, fez movimento brusco e inesperado e se afastou. E eu fiquei com o meu pé direito no barco e o esquerdo preso entre as tábuas do embarcadouro, as pernas abertas num ângulo de 180 graus, uma façanha digna dos mais famosos bailarinos do mundo. Quando alguém me empurrou para dentro do barco, onde bati o nariz esfolei as mãos, já tinha esquecido os peixes e o belo dia que me esperava.
Não, não vou falar dos peixes que apanhamos, pois não apanhamos um sequer de amostra. Meus dois amigos, que eram veteranos da pesca em alto mar e que contavam em seu ativo com dezenas e dezenas de peixes enormes e raros, por triste ironia da sorte passaram mal. E eu também. Algo que devia ter comido no dia (ou na semana) anterior ficou pesado em meu estômago o dia todo, dando-me uma pitada de náusea. Ninguém comeu, não sei por quê.
Quando voltamos, à tarde, sem peixes e descascados pelo sol, com os olhos avermelhados e as faces brancas que nem mortos, demos o cesto de alimentos de presente ao homem que nos havia alugado o barco e que, com pena de nós, nos vendeu três cambucus que parecem sardinhas recém-nascidas.
As histórias
E finalmente passamos à parte mais importante da arte de pesca: as histórias que a gente é obrigado a contar a parentes e amigos. Para ser bom pescador, de fato, é preciso possuir uma imaginação fértil. E quando digo “imaginação” não me refiro apenas ao número de peixes apanhados, mas a todo um ritual da arte de mentir. Não basta dizer: “Domingo passado apanhei quarenta peixes”. Nada disso. Durante a conversa é preciso saber conduzir os amigos ao assunto, com jeitinho, devagar. E invente um fracasso. Tem que inventar, pois você não pode limitar-se a narrar seus fracassos reais, sem graça, sem cor, sem um mínimo de emoção. É preciso saber imaginar um insucesso emocionante, diferente. Por exemplo, nunca diga que ficou o dia inteiro sentado à beira do rio, com a vara na mão, sem pescar um peixe; mas diga que um peixe enorme mordei a isca. Um peixe de uns 5 quilos pelo menos. Um peixe que, por sua imprudência, fugiu. E que, no fim do dia, teve que se contentar com 39 (nunca diga quarenta) peixes pequenos, misérrimos, coisa à toa... E que voltou para casa morrendo de raiva por ter deixado escapar do anzol aquele gigante dos rios, um peixe nunca visto pelo tamanho e beleza. Em resumo, você tem que dar a impressão de que seus imaginários 39 peixes foram um fracasso, um estrondoso insucesso. Os outros acreditarão. E aos poucos, com o passar do tempo, você também acabará por acreditar!
Para aprender a pescar é necessário, antes de mais nada, arranjar um belo esgotamento nervoso . Essa doença, de fato, é o motivo mais moderno e sem dúvida alguma, o mais esnobe para nos tornarmos pescadores. Claro que existem outras razões que nos induzem a declarar guerra aos peixes: Ter nascido, por exemplo, à beira do mar ou de um rio piscoso; ser filhos de pescadores profissionais; ter necessidade de agradar o chefe despótico e apaixonado por essa nobilíssima arte... Poderia prosseguir nessa investigação psicológica por mais vinte páginas, dando mil motivos pelos quais as pessoas se dedicam à pesca . Entretanto, o esgotamento nervoso é sem dúvida o principal responsável pela venda do maior volume de apetrechos para a pesca.
O médico diz: “Meu caro amigo, o senhor é substancialmente uma pessoa sadia, seu arcabouço é ainda resistente, novo, com pouca quilometragem... O que realmente não funciona como deviria é seu sistema nervoso. Seus nervos estão tensos, a corda parece esticada demais...”.
“ Que corda ?” , perguntamos, sem entender.
O médico sorri com indulgência, com um certo ar de compadecimento. E depois prossegue em tom paternal: “O senhor não gosta de se distrair? Não está interessado em alguma coisa fora de suas atividades profissionais? Por exemplo, por que não coleciona selos? Não gosta de filmar e super 8?”
Nossa resposta negativa nos faz sentir um pouco culpados, ultrapassados. Na realidade. Os selos nunca despertam nossa paixão. Alias, nunca conseguimos entender que prazer pode haver em colar selos num álbum que não será despachado pelo correio! Quanto à fotografia, temos que confessar que nunca fomos além do clássico instantâneo do grupo familiar, com todos os parentes alinhados na frente da câmara. Sorriso esticado nos lábios e pose de monumento malfeito; e, quando apertamos o botão da objetiva, todos mexem; as crianças enfiam o dedo no nariz, a esposa coça a perna direita, a sogra espicha o pescoço até desaparecer do quadro e o cachorro foge deixando na fotografia apenas um pedaço do rabo amarelo e desfocado. Cinema? Melhor não tocar no assunto! Quanto à pintura, ai está uma arte que sempre nos apaixonou e que certamente seria nosso hobby preferido se apenas soubéssemos desenhar uma arvora parecida com árvore.
“Entretanto”, diz então o médico, “O senhor é uma pessoa muito atarefada... E isso não é bom! É indispensável que saia da rotina, que faça alguma coisa nova, que experimente novos interesses... Por exemplo: por que o senhor não tenta pescar ? Experimente ...?
Experimentei. Deus se experimentei! Embora não possa considerar-me em grande teórico da pesca, a história de minha iniciação nessa arte poderá servir a quem, hoje cheio de grandes esperanças e ilusões, se preparam para fazer a sua primeira pescaria. Talvez consiga evitar os erros que eu cometi.
O equipamento
Os pescadores que realmente merecem esse nome constroem e aprontam pessoalmente todos os apetrechos necessários a uma boa pescaria. Mas nós os compramos prontos e bonitos, numa loja quase sempre caríssima. Para comprar é preciso muito critério e bom senso. Poe exemplo, um bom conselho consiste em travar amizade com o dono ou o balconista de uma loja de artigos esportivos. Assim, quando vocês se tornarem orgulhosos proprietários de uma quantidade enorme de objetos talvez bonitos, seguramente sugestivos, mas absolutamente inúteis para apanhar peixes, poderão usar a desculpa o fato de ter confiado no amigo.
Primeiro, a vara. Comecem adquirindo uma, só uma! Existem varas de tamanhos diferentes e várias medidas, mas todas, ainda que desmontadas, são infalivelmente alguns centímetros mais compridas do que o lugar reservado no carro de seu amigo ou visinho de casa.
Seria bom que os iniciantes não se aventurassem a comprar instrumentos de material delicado e de uso complicado. Melhor optar por uma vara simples, isto é, para pescar em rios onde não há peixes. Essa primeira vara deve ser – importantíssimo! – de preço baixo, pois se quebrará com extrema facilidade. Portanto, melhor reduzir os prejuízos logo de saída. De qualquer maneira, essa vara permitirá que vocês se familiarizem com os movimentos essenciais de um pescador, ainda que com ela jamais cheguem a apanhar um peixe. Mas a quem os olhar de longe, sentados com a vara na mão – amaldiçoando baixinho a pesca e o médico que os aconselhou a fazer isso – vocês poderão, inclusive. Dar a impressão de “pescadores experimentados”.
Depois, à noite, ao voltarmos para a cidade, com a vara saindo na janelinha do carro, os pés frios e molhados, uma incipiente dor de cabeça devida a mudança de clima ou de ar, nenhum peixe na sacola e sem óculos no nariz (esquecidos sobre a pedra junto à margem do rio), tentem meditar e se convencer de que, afinal, a coisa mais importante foi o tempo que conseguiram perder de maneira despreocupada. Não conseguirão, mas tentem assim mesmo!
O programa
O dia mais excitante, para quem vai pescar, é quase sempre a sexta-feira, isto é, quando a gente não vai pescar. Você não sabe como anunciar esse seu inabalável propósito a esposa, faz duas ou três tentativas, depois decide recorrer ao sistema terapêutico. Então suspira, diz que está terrivelmente nervoso, cansado, que está sentindo uma necessidade tremenda de fugir da cidade, que precisa de um dia de tranqüilidade e repouso... E depois aguarda esperançoso que sua esposa responda: “Coitado, por que não vai pescar amanhã?” . Ai, antecipando esse diálogo mefistofelicamente engendrado, você responderá: “E você? Não quero que fique sozinha!”. Ela, porem, insistirá: “Não se preocupe, querido! Irei visitar a mamãe, já prometi”...” Relutante, quase contragosto, você então aceitará: “ Está bem, preciso ir... Você mesma pode ver em que estado me encontro! “Mas não gosto de deixá-la sozinha...”.
Teoricamente, tudo está perfeito! Então experimente! Depois da encenação de cansaço, de dois ou três suspiros profundos e bem dados, de passar a mão na testa apertando as têmporas como se estivessem martelando de maneira insuportável, enfim depois disso tudo, você ouvirá como resposta: “Se amanhã pretender ir pescar, tire isso da cabeça. Fomos convidados para almoçar na casa da mamãe”. Então, ou você concorda mansamente ou parte para briga. Um bom pescador. Ou alguém que pretende sê-lo, briga. É fatal. Isso explica porque, quase sempre, o pescador que acabou não pescando coisa alguma volta para casa com 2 ou 3 quilos de peixe comprados às escondidas numa peixaria que – graças a Deus! – ficam abertos também sábados à noite.
A arte do “lançamento
Agora vamos falar da compra de uma vara mais complicada, chamada “vara de lançamento” ou coisa parecida. Essa vara igualmente terá que ser barata, pois também essa se quebrará num amém. Com ela nunca apanharão um peixe, mas será útil para aprender a técnica desse bendito “lançamento”, uma coisa extraordinária, incrível e muito bonita quando é feita por outros. Você olha para outro pescador a seu lado: a linha está elegantemente pendurada na vara, dócil e mansa; então o homem faz um movimento simples e o anzol descreve uma parábola perfeita, caindo exatamente no ponto desejado. “Fácil!” , você pensa. E com perfeita inconsciência prepara-se para tentar.
Eu experimentei várias vezes, quatro para ser preciso. A primeira vez dobrei o joelho esquerdo ligeiramente, desloquei para frente o pé direito. Fiz uma belíssima torção à esquerda e depois não sei mais o que fiz, pois o anzol, coma respectiva isca, enfiou-se maldosamente em meu cabelo. Na segunda vez fiz exatamente ao contrário: dobrei ligeiramente o joelho direito, coloquei para frente o pé esquerdo, com a mão desenrosquei o anzol, dei um arranco com força e logo em seguida comecei a pular num pé só – xingando os rios, o mar, a água em geral todos os peixes do mundo – com o anzol bem fincado na barriga de minha perna direita. Na terceira vez nada aconteceu, pois o anzol caiu mansamente aos meus pés.E depois da quarta tentativa desisti definitivamente, pois nunca mais encontrei o anzol, a isca e quase 2 metros de linha. Desde então eu evito cuidadosamente novas experiências.
O anzol e a isca
Seja qual for o tipo de pesca que você pratica, seja qual for o tipo de isca que você oferece a fome dos peixes, a arma mortal é aquele gancho de aço ou de bronze chamado anzol. Existem anzóis de forma e de tamanho diferentes, mas todos os modelos, sem exceção, conseguem furar perfeitamente seus dedos, suas pernas e outras coisas que não vale a pena citar. O anzol tradicional tem um lado que termina de forma achatada, com um furo onde se amarra a linha; e outro lado se acaba numa ponta fininha e mortal, com a qual os outros costumam apanhar os peixes. A nós, isso nunca acontece.
De qualquer maneira, só o anzol não é suficiente para pescar. Os peixes, segundo consta em muitos livros, são míopes, mas enxergam o suficiente para saber que um anzol é um anzol, isto é, algo que é preciso evitar. Então? Então camufla-se o anzol para que o peixes e sinta estimulado a agredi-lo. A camuflagem chama-se isca.
Os peixes, como todas as criaturas deste belo mundo, têm o hábito e a necessidade de comer. Proporcionalmente, aliás, comem muito mais do que o homem e até muito mais do que um elefante. Dizem que eles estão sempre comendo, que comem até estourar. Muito bem, para atraí-los até o anzol, nada melhor do que oferecer as suas bocas famintas algo para comer, isto é, a isca. Existem iscas naturais e iscas artificiais. Tanto umas quanto as outras nunca deram certo para mim. O terceiro tipo de isca – aquele com o qual se apanham peixes – ainda não foi inventado.
A melhor isca natural, ao que parece, são as minhocas, aqueles bichinhos que costumamos encontrar com extrema facilidade mexendo na terra de nosso minúsculo jardim quando não vamos pescar. Ora, a minhoca parece possuir um sexto sentido, se é que já tem os outros cinco! Ela “sabe” com antecipação infalível quando você vai pescar; e se comporta de maneira adequada. Desaparece. De nada adianta munir-se de pá e latinha e cavocar todo jardim. Jamais conseguirá encontrar uma, nem de amostra! A única coisa que conseguirá será acabar definitivamente com a grama já raquítica de seu jardim, sujar as unhas e arranhar os dedos.
Os veteranos da pesca dizem: “Tratem logo de apanhar um peixe, abram sua barriga com a faca, vejam que ele comeu, utilizem como isca algo parecido e estejam certos de que irão conseguir encher o cesto de peixe” . Parece um belo sábio conselho, não fosse tão difícil apanhar esse primeiro peixe e depois encontrar seu estômago. Certa vez quis praticar com um peixe comprado, abri-lhe a barriga com a faca, porém não consegui encontrar seu estômago. Se ele tinha estômago, devo tê-lo confundido com outras coisas.
Outras iscas naturais são ovas de salmão (caríssimas), certas ervas que desconhecemos, miúdos de frango, frutas, milho e tudo o que lhe passa pela cabeça. Basta armar-se de esperança antes e de resignação depois.
O pescador, todavia, chega à sofisticação quando abandona as iscas naturais e só pratica a “pesca esportiva” , isto é, com iscas artificiais. Esse tipo de isca, teoricamente, pode ser fabricado pelo próprio pescador. Os outros costumam fazer isso; nós, como sempre, compramos tudo o que é preciso nas lojas. Para comprar boas iscas artificiais, porém, comecem deixando de lado tudo o que parece bonito e agradável, pois ninguém provou, até agora, que o gosto estético dos homens coincide com os instintos dos peixes. Quando mais uma isca artificial for enfeitada, lustrada, quanto mais artística parecer, mais ela se assemelhará a um bibelô - convenhamos! – nunca ninguém pensou em usa-los como isca de peixe.
Onde, quando e como
Os locais apropriados, aqueles onde é possível apanhar dezenas de peixes, são extremamente secretos. Os outros os conhecem todos, nós não. Nós tentamos descobrir um lugarzinho bacana, na beira de um rio doce e tranqüilo, onde crescem árvores magníficas, com bastante sombra, com pedras deliciosamente espalhadas ao redor pela mão de Deus.Um lugar muito romântico e cômodo. Um lugar que, com certeza, deve agradar também aos peixes. Ledo engano! Os peixes abominam esse lugar. Eles o evitam acintosamente, passam longe, riem dele e dos pescadores que refletem sua imagem na água.
Os bons lugares para pescar – como já disse – são conhecidíssimos por nossos amigos. Eu tenho um caro colega. Artur, que certa vez me garantiu conhecer uma paraíso dos pescadores. Um trecho de rio ameno e agradável, onde os peixes brigavam para abocanhar a isca e o anzol. Combinamos um dia de pescaria, marcando o início da viagem bem de madrugada. Às 6 horas em ponto do dia fatídico levantei e comecei a preparar meus apetrechos. Às 7 horas tudo estava pronto: a vara sobrava, como sempre, da janelinha do carro; mas o resto estava em ordem, bem arrumadinho e limpo. Artur chegou as 9 horas. Quando viu a vara fora da janela, sorriu com indulgência e disse “Espere aí que vou arruma-la para você”. Então entrou no carro pela porta direita, saiu pela esquerda, voltou a entrar, ajoelhou-se no assento dianteiro, apoiou-se com o peito ao encosto, dobrou-se, ficou de pernas para o ar uns vinte segundos, quebrou com uma solada o botão do rádio do carro, e depois soltou um gritinho e reapareceu pela porta de trás com o rosto vermelho e o polegar direito na boca. “Machuquei o dedo “, lamuriou-se. Chupou o polegar mais um pouco, bateu a porta do carro com raiva e depois concluiu: “Vamos deixar a vara como está”. Para coloca-la no lugar certo deveríamos remexer em tudo! ...”. Partimos muito depois da 10 horas; e minha vara continuava a tremer fora da janela do carro”.
Viajamos quase duas horas.
É um fato, incontrovertido e facilmente testemunhável, que todos os locais bons para pescar são sempre inacessíveis.
Assim esfolamos o carro, esfolamos as mãos e os joelhos para ganhar uma rocha escorregadia e áspera e ficamos de cócoras sobre uma pedra de 20 cm de largura por mais de duas horas e não apanhamos um peixe sequer. “Culpa do tempo”, disse o meu amigo. “Quando tem sol demais, os peixes somem”. Explicou-me que a hora melhor para pescar é o crepúsculo, logo depois do pôr do sol. Esperamos. Às 16 horas começou a chover torrencialmente. “É melhor irmos embora”, disse então. “Voltaremos outro dia”. Desde então vivo com medo de outro convite para “uma boa pescaria”, convite que ele, por sua vez, também evita cuidadosamente fazer.
A pesca em alto mar
Uma das coisas mais bonitas relaxamento para os outros, é a pesca em alto mar. Parte-se de manhã cedo. Na popa estão os mantimentos que deverão satisfazer nosso apetite, seguramente aguçado pelo ar do oceano. Contam-se histórias divertidas, no barco reina uma paz alegre e solene. Sentimo-nos bons e misericordiosos. A proa corta as ondas mansas, desliza por cima da água com ritmo de valsa, há cheiro de mar, um cheiro bom de coisas limpas de incenso, como dizemos poetas. E os peixes estão lá, prontos para se deixarem apanhar após árdua luta que valorizará os resultados. Há um mar cheio de peixes com os quais o homem – isso é, eu, você, nós – medirá sua própria força, coragem e inteligência. Oh, como é linda a pesca em alto mar contada por outros!
Eu fiquei entusiasmadíssimo quando me convidaram pela primeira vez (e última) vez para participar de tamanha aventura. Passei a noite toda sem pregar os olhos. Fechei-os exatamente ao amanhecer, quando já estava na hora de partir. A viagem foi até agradável, não fosse o sono. O carro se comportou otimamente, nenhum pneu furou, a Polícia Rodoviária foi educada e gentil quando nos multou, nenhum acidente nos impediu de chegar ao mar. Lá alugamos um barco. Era branco e vermelho; e tinha uma aparência honesta, inocente e sensata, de pessoa séria, madura, quarentona! Chamava-se Bidu, nunca esquecerei...
Os cientistas, os sábios em geral e todos aqueles que nunca foram obrigados a consultar um psiquiatra jamais incluíram os barcos entre os seres vivos. Entretanto, posso adiantar – baseado em dados indiscutíveis extraídos de minha própria experiência – que os barcos pertencem à categoria dos seres vivos; eles são animados, dotados de vida própria, pensam... E seus pensamentos são maldosos, traiçoeiros, imprevisíveis e desconcertantes. Vou contar...
Meus dois amigos pularam no barco com agilidade de atletas: um salto leve, perfeito, adequado para qualquer outro lugar, menos para um barco. Pois este, com um movimento brusco e maligno, deslocou ligeiramente. O primeiro esfolou um cotovelo, o outro torceu o tornozelo. E eu? Eu sorri. “Erraram”, pensei comigo mesmo, “mas eu não vou errar. Calma e prudência e tudo sairá de maneira perfeita.” Foi o que fiz. Esperei que o barco, ajudado por uma leve onda, se aproximasse do ancoradouro de madeira podre e escorregadia, e depois, cautelosa porém decididamente, enfiei o pé direito no barco.
Data exatamente desse preciso momento – que jamais esquecerei – meu ódio, aversão e antipatia irremediável em relação a todos os tipos de barco deste mundo. Pois o Bidu calculou o tempo com precisão, fez movimento brusco e inesperado e se afastou. E eu fiquei com o meu pé direito no barco e o esquerdo preso entre as tábuas do embarcadouro, as pernas abertas num ângulo de 180 graus, uma façanha digna dos mais famosos bailarinos do mundo. Quando alguém me empurrou para dentro do barco, onde bati o nariz esfolei as mãos, já tinha esquecido os peixes e o belo dia que me esperava.
Não, não vou falar dos peixes que apanhamos, pois não apanhamos um sequer de amostra. Meus dois amigos, que eram veteranos da pesca em alto mar e que contavam em seu ativo com dezenas e dezenas de peixes enormes e raros, por triste ironia da sorte passaram mal. E eu também. Algo que devia ter comido no dia (ou na semana) anterior ficou pesado em meu estômago o dia todo, dando-me uma pitada de náusea. Ninguém comeu, não sei por quê.
Quando voltamos, à tarde, sem peixes e descascados pelo sol, com os olhos avermelhados e as faces brancas que nem mortos, demos o cesto de alimentos de presente ao homem que nos havia alugado o barco e que, com pena de nós, nos vendeu três cambucus que parecem sardinhas recém-nascidas.
As histórias
E finalmente passamos à parte mais importante da arte de pesca: as histórias que a gente é obrigado a contar a parentes e amigos. Para ser bom pescador, de fato, é preciso possuir uma imaginação fértil. E quando digo “imaginação” não me refiro apenas ao número de peixes apanhados, mas a todo um ritual da arte de mentir. Não basta dizer: “Domingo passado apanhei quarenta peixes”. Nada disso. Durante a conversa é preciso saber conduzir os amigos ao assunto, com jeitinho, devagar. E invente um fracasso. Tem que inventar, pois você não pode limitar-se a narrar seus fracassos reais, sem graça, sem cor, sem um mínimo de emoção. É preciso saber imaginar um insucesso emocionante, diferente. Por exemplo, nunca diga que ficou o dia inteiro sentado à beira do rio, com a vara na mão, sem pescar um peixe; mas diga que um peixe enorme mordei a isca. Um peixe de uns 5 quilos pelo menos. Um peixe que, por sua imprudência, fugiu. E que, no fim do dia, teve que se contentar com 39 (nunca diga quarenta) peixes pequenos, misérrimos, coisa à toa... E que voltou para casa morrendo de raiva por ter deixado escapar do anzol aquele gigante dos rios, um peixe nunca visto pelo tamanho e beleza. Em resumo, você tem que dar a impressão de que seus imaginários 39 peixes foram um fracasso, um estrondoso insucesso. Os outros acreditarão. E aos poucos, com o passar do tempo, você também acabará por acreditar!
domingo, 8 de março de 2009
Pai
terça-feira, 3 de março de 2009
Terapia corpo e mente.
SHIATSU CLÁSSICO E ALFAGENIA
Novo conceito terapêutico para trabalhar o corpo e a mente simultaneamente.
Shiatsu utiliza os pontos dos meridianos para harmonizar e equilibrar as energias dos órgãos internos dando maior equilíbrio ao corpo evitando as doenças e dando bem estar.
Alfagenia técnica de parapsicologia de relaxamento diminuição da freqüência cerebral (inconsciente) onde estão armazenados todos os nossos traumas, fazendo com que o paciente melhore sua auto-estima e seu mundo interior.
Novo conceito terapêutico para trabalhar o corpo e a mente simultaneamente.
Shiatsu utiliza os pontos dos meridianos para harmonizar e equilibrar as energias dos órgãos internos dando maior equilíbrio ao corpo evitando as doenças e dando bem estar.
Alfagenia técnica de parapsicologia de relaxamento diminuição da freqüência cerebral (inconsciente) onde estão armazenados todos os nossos traumas, fazendo com que o paciente melhore sua auto-estima e seu mundo interior.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Esse detalhe eu discordo.
2) Cuidado com a forma de pisar no chão. Deve-se evitar pisar com a ponta do pé ou "marretar" o chão, dando pisadas muito fortes. O correto é primeiro aterrissar o pé no solo com o calcanhar, rotar e aterrissar a planta do pé.
Acontece que, pisar com as pontas dos pés está amortecendo o impacto funciona como uma mola e isso alivia o impacto do calcanhar no solo. O esporão é tipico de quem apoia o calcanhar. Corro a mais de cinquenta anos e nunca tive problemas de joelho e nem de tornozelo.
Acontece que, pisar com as pontas dos pés está amortecendo o impacto funciona como uma mola e isso alivia o impacto do calcanhar no solo. O esporão é tipico de quem apoia o calcanhar. Corro a mais de cinquenta anos e nunca tive problemas de joelho e nem de tornozelo.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Dez erros mais comuns na hora de caminhar
Dez erros mais comuns na hora de caminhar
Além de combater problemas físicos, este tipo de atividade é excelente para a socialização
Praticar exercícios é uma boa opção para aumentar os cuidados com a saúde. Além de contribuir para a prevenção de doenças, as atividades físicas combatem a obesidade e também melhoram a auto-estima, principalmente nas pessoas da terceira idade.
» Erros comuns de quem pratica exercícios
A caminhada é uma das opções simples e prática. Não requer investimento financeiro, pode ser praticada a qualquer horário, por qualquer pessoa. Segundo o médico e cirurgião especializado em ortopedia, Dr. Fabio Ravaglia, presidente do Instituto de Ortopedia & Saúde, a caminhada é um dos exercícios mais democráticos e eficazes que existe.
"Todo mundo pode praticar, melhora a respiração, a circulação sangüínea, a postura, aparecimento de varizes, hipertensão", afirma Ravaglia. "Além de combater problemas físicos, este tipo de atividade é excelente para a socialização", acrescenta.
Entretanto, Ravaglia alerta que é preciso tomar algumas precauções para que sua saúde não acabe sendo prejudicada. Em entrevista ao Terra , o ortopedista apresentou algumas dicas que podem aperfeiçoar a prática da caminhada.
1) Evitar passos largos
Passos largos não são recomendados. Há o perigo de cair, além do risco de torções. Se alguém quiser andar mais rápido, deve dar passadas curtas, com um intervalo de tempo menor.
2) Cuidado com a forma de pisar no chãoDeve-se evitar pisar com a ponta do pé ou "marretar" o chão, dando pisadas muito fortes. O correto é primeiro aterrissar o pé no solo com o calcanhar, rotar e aterrissar a planta do pé.
3) Postura errada é prejudicialA postura é outro detalhe muito importante que deve ser levado em consideração. É preciso caminhar como se estivesse olhando a 20m à frente, com a cabeça na altura dos ombros, contraindo o abdome e alternando entre os pés e os braços. Quando o pé direito vai à frente, o braço esquerdo vai também e vice-versa.
4) Não caminhar com pesosSe a intenção é definir as pernas, caminhar com peso não é a saída. Outras opções como musculação devem ser consultadas. Caminhar com pesos pode lesionar a coluna, causando dores nas costas.
5) Atenção ao tipo de calçado
Se o calçado não for apropriado, ele não amortecerá bem o chão e, dessa forma, podem ocorrer dores nas costas e na canela. O tênis é ainda a melhor saída, mas se for apertado, por exemplo, pode contribuir para o aparecimento de bolhas nos pés. A meia também precisa ser corretamente escolhida. A melhor opção são meias que evitam o deslizamento dos pés dentro do tênis, como aquelas que têm solado antiaderente.
6) Hidratar-se é fundamentalÉ preciso beber água antes, durante e depois da caminhada. A hidratação é muito importante para evitar o aparecimento de câimbras. Mas, até mesmo para beber água existe uma forma correta: pequenos goles, para não distender o estômago e causar enjôos.
7) Atenção com a alimentaçãoCaminhar em jejum pode ser algo muito arriscado. A pessoa pode sentir tonturas e até mesmo desmaiar. Deve-se fazer refeições leves, como uma boa fruta, fibras ou derivados de leite.
8) Nada de hiper-treinamentoA caminhada deve ser feita de forma gradual. Não se pode querer de um dia para o outro andar grandes distâncias e muitas vezes por semana. Isso além de causar dores musculares pode ser um fator inconsciente de surgimento de estresse. O ideal é começar com 30 minutos, três vezes por semana, em terreno plano.
9) Não esquecer o alongamentoO alongamento ajuda na agilidade, facilitando a caminhada. Deve-se aquecer os músculos antes e depois da caminhada.
10) Horário idealCaminhadas pela manhã são excelentes para estimular e preparar o organismo para o dia todo. Mas nada contra quem quiser dormir até um pouco mais tarde e praticar exercícios só no final do dia. Os melhores horários são entre 9h e 11h, por causa dos raios solares e depois das 16h. E sempre passar o protetor solar. Caminhar à noite também é uma opção para quem fica fora o dia todo, mas para isso é necessário escolher lugares bem iluminados e tomar cuidado com a segurança.
Após tomar todas as precauções, é só se divertir e aproveitar o que uma boa caminhada pode oferecer. Chamar os amigos, além de tornar o exercício mais agradável, garante que você tenha motivação para continuar cuidando da sua saúde.
Além de combater problemas físicos, este tipo de atividade é excelente para a socialização
Praticar exercícios é uma boa opção para aumentar os cuidados com a saúde. Além de contribuir para a prevenção de doenças, as atividades físicas combatem a obesidade e também melhoram a auto-estima, principalmente nas pessoas da terceira idade.
» Erros comuns de quem pratica exercícios
A caminhada é uma das opções simples e prática. Não requer investimento financeiro, pode ser praticada a qualquer horário, por qualquer pessoa. Segundo o médico e cirurgião especializado em ortopedia, Dr. Fabio Ravaglia, presidente do Instituto de Ortopedia & Saúde, a caminhada é um dos exercícios mais democráticos e eficazes que existe.
"Todo mundo pode praticar, melhora a respiração, a circulação sangüínea, a postura, aparecimento de varizes, hipertensão", afirma Ravaglia. "Além de combater problemas físicos, este tipo de atividade é excelente para a socialização", acrescenta.
Entretanto, Ravaglia alerta que é preciso tomar algumas precauções para que sua saúde não acabe sendo prejudicada. Em entrevista ao Terra , o ortopedista apresentou algumas dicas que podem aperfeiçoar a prática da caminhada.
1) Evitar passos largos
Passos largos não são recomendados. Há o perigo de cair, além do risco de torções. Se alguém quiser andar mais rápido, deve dar passadas curtas, com um intervalo de tempo menor.
2) Cuidado com a forma de pisar no chãoDeve-se evitar pisar com a ponta do pé ou "marretar" o chão, dando pisadas muito fortes. O correto é primeiro aterrissar o pé no solo com o calcanhar, rotar e aterrissar a planta do pé.
3) Postura errada é prejudicialA postura é outro detalhe muito importante que deve ser levado em consideração. É preciso caminhar como se estivesse olhando a 20m à frente, com a cabeça na altura dos ombros, contraindo o abdome e alternando entre os pés e os braços. Quando o pé direito vai à frente, o braço esquerdo vai também e vice-versa.
4) Não caminhar com pesosSe a intenção é definir as pernas, caminhar com peso não é a saída. Outras opções como musculação devem ser consultadas. Caminhar com pesos pode lesionar a coluna, causando dores nas costas.
5) Atenção ao tipo de calçado
Se o calçado não for apropriado, ele não amortecerá bem o chão e, dessa forma, podem ocorrer dores nas costas e na canela. O tênis é ainda a melhor saída, mas se for apertado, por exemplo, pode contribuir para o aparecimento de bolhas nos pés. A meia também precisa ser corretamente escolhida. A melhor opção são meias que evitam o deslizamento dos pés dentro do tênis, como aquelas que têm solado antiaderente.
6) Hidratar-se é fundamentalÉ preciso beber água antes, durante e depois da caminhada. A hidratação é muito importante para evitar o aparecimento de câimbras. Mas, até mesmo para beber água existe uma forma correta: pequenos goles, para não distender o estômago e causar enjôos.
7) Atenção com a alimentaçãoCaminhar em jejum pode ser algo muito arriscado. A pessoa pode sentir tonturas e até mesmo desmaiar. Deve-se fazer refeições leves, como uma boa fruta, fibras ou derivados de leite.
8) Nada de hiper-treinamentoA caminhada deve ser feita de forma gradual. Não se pode querer de um dia para o outro andar grandes distâncias e muitas vezes por semana. Isso além de causar dores musculares pode ser um fator inconsciente de surgimento de estresse. O ideal é começar com 30 minutos, três vezes por semana, em terreno plano.
9) Não esquecer o alongamentoO alongamento ajuda na agilidade, facilitando a caminhada. Deve-se aquecer os músculos antes e depois da caminhada.
10) Horário idealCaminhadas pela manhã são excelentes para estimular e preparar o organismo para o dia todo. Mas nada contra quem quiser dormir até um pouco mais tarde e praticar exercícios só no final do dia. Os melhores horários são entre 9h e 11h, por causa dos raios solares e depois das 16h. E sempre passar o protetor solar. Caminhar à noite também é uma opção para quem fica fora o dia todo, mas para isso é necessário escolher lugares bem iluminados e tomar cuidado com a segurança.
Após tomar todas as precauções, é só se divertir e aproveitar o que uma boa caminhada pode oferecer. Chamar os amigos, além de tornar o exercício mais agradável, garante que você tenha motivação para continuar cuidando da sua saúde.
Germinação de grãos para consumo.
Como germinar sementes
quarta, 21 de maio de 2008
As sementes germinadas aumentam extraordinariamente o seu valor nutritivo, formando novas enzimas e eliminando algumas toxinas presentes nos grãos que prejudicam a digestão. Uma vez germinados, os grãos podem ser comidos crus, sem a necessidade de cozinha-los.
Procedimentos para a germinação das sementes:
1. Hidratação: Deixar de molho na água em torno de 8h.2. Lavagem: Depois das 8h de molho, escorrer a água, lavar os grãos de 1 a 3 vezes ao dia.3. Germinação: Quando o bico do grão estiver saindo da casca, ele já pode ser consumido.
Quais grãos posso germinar?
Feijões, lentilha, linhaça, grão de bico, amendoim, gergelim, dentre outros.
quarta, 21 de maio de 2008
As sementes germinadas aumentam extraordinariamente o seu valor nutritivo, formando novas enzimas e eliminando algumas toxinas presentes nos grãos que prejudicam a digestão. Uma vez germinados, os grãos podem ser comidos crus, sem a necessidade de cozinha-los.
Procedimentos para a germinação das sementes:
1. Hidratação: Deixar de molho na água em torno de 8h.2. Lavagem: Depois das 8h de molho, escorrer a água, lavar os grãos de 1 a 3 vezes ao dia.3. Germinação: Quando o bico do grão estiver saindo da casca, ele já pode ser consumido.
Quais grãos posso germinar?
Feijões, lentilha, linhaça, grão de bico, amendoim, gergelim, dentre outros.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Volei de Praia
sábado, 7 de fevereiro de 2009
Palestras ministradas no Bosque dos Jequitibas.
Próxima palestra da série "Encontros sobre Saúde & Qualidade de Vida":
"O movimento em benefício do corpo e da mente"
Local: Centro de Educação Ambiental - Museu de História Natural
Rua Coronel Quirino, 2 - Bosque dos Jequitibás
Data:13/03/2008 - quinta-feira
Horário: das 8h30 às 10h00
Palestrante: Sidney Padovani (Terapeuta Holístico com especialização em Shiatsu Clássico – Terapia através dos meridianos).
ENTRADA FRANCA
Já nascemos fazendo exercícios, que são essenciais para o nosso desenvolvimento. Alguns benefícios dos exercícios: produção de endorfina - hormônio do bem-estar; produção de serotonina – auxiliar contra a depressão; ativação da circulação do sangue. Porém, ao realizarmos exercícios, devemos ter em mente que todo corpo tem um limite e devemos respeitá-lo.
O palestrante discorrerá sobre esses e outros tópicos de interesse, tais como: coluna vertebral sem dor, ciático, postura, como melhorar a lubrificação das articulações e dicas de alimentação para quem pratica exercícios.
---------------------------------------------------------------------------------------------------------
Palestra: "Bem-estar com automassagem"
Palestrante: Sidney Padovani
Local: Centro de Educação Ambiental - Museu de História Natural
Rua Coronel Quirino, 2 - Bosque dos Jequitibás
Data: 15/05/2008 - quinta-feira
Horário: das 8h30 às 10h00 (manhã)
Sinopse da palestra:
Nessa palestra vai ser abordado o benefício do toque, em pontos
de fácil acesso, não precisando de outra pessoa para ser tocado. Esses pontos tonificam ou sedam determinados meridianos, dependendo do tipo de problema. São pontos utilizados no do-in, na acupuntura, na reflexologia e no shiatsu. O palestrante também falará sobre energia ki e energia vital.
Sobre o palestrante: Sidney Padovani é terapeuta holístico, com especialização em Shiatsu Clássico.
Próxima palestra da série "Encontros sobre Saúde & Qualidade de Vida":
"O movimento em benefício do corpo e da mente"
Local: Centro de Educação Ambiental - Museu de História Natural
Rua Coronel Quirino, 2 - Bosque dos Jequitibás
Data:13/03/2008 - quinta-feira
Horário: das 8h30 às 10h00
Palestrante: Sidney Padovani (Terapeuta Holístico com especialização em Shiatsu Clássico – Terapia através dos meridianos).
ENTRADA FRANCA
Já nascemos fazendo exercícios, que são essenciais para o nosso desenvolvimento. Alguns benefícios dos exercícios: produção de endorfina - hormônio do bem-estar; produção de serotonina – auxiliar contra a depressão; ativação da circulação do sangue. Porém, ao realizarmos exercícios, devemos ter em mente que todo corpo tem um limite e devemos respeitá-lo.
O palestrante discorrerá sobre esses e outros tópicos de interesse, tais como: coluna vertebral sem dor, ciático, postura, como melhorar a lubrificação das articulações e dicas de alimentação para quem pratica exercícios.
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Palestra: "Bem-estar com automassagem"
Palestrante: Sidney Padovani
Local: Centro de Educação Ambiental - Museu de História Natural
Rua Coronel Quirino, 2 - Bosque dos Jequitibás
Data: 15/05/2008 - quinta-feira
Horário: das 8h30 às 10h00 (manhã)
Sinopse da palestra:
Nessa palestra vai ser abordado o benefício do toque, em pontos
de fácil acesso, não precisando de outra pessoa para ser tocado. Esses pontos tonificam ou sedam determinados meridianos, dependendo do tipo de problema. São pontos utilizados no do-in, na acupuntura, na reflexologia e no shiatsu. O palestrante também falará sobre energia ki e energia vital.
Sobre o palestrante: Sidney Padovani é terapeuta holístico, com especialização em Shiatsu Clássico.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Saude
Shiatsu Clássico tradicional terapia japonesa através dos meridianos com toques sutis para harmonização das energias dos órgãos internos e relaxamento para equilíbrio da mente e corpo, utilizando método parapsicológico de alfagenia, técnica de mudança na freqüência cerebral (conversa com o inconsciente).
Com mais de 20 anos de experiência, no tratamento de pessoas com estresse, síndrome do pânico e doenças psicossomáticas (causadas pelos traumas do inconsciente).
Com mais de 20 anos de experiência, no tratamento de pessoas com estresse, síndrome do pânico e doenças psicossomáticas (causadas pelos traumas do inconsciente).
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